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Laudos

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» Laudo de medição da Resistência de Aterramento

» O método utilizado mais comum é a “Queda de Potencial”, utilizando aparelho de resistência de aterramento, Terrômetro, conforme ilustração abaixo:

Este método consiste na aplicação de uma determinada corrente no sistema de aterramento em teste (T) fazendo0a circular através do eletrodo de corrente (C). A corrente I provocará a aparição de pontenciais na superfície do solo. Esses potenciais são medidos através do eletrodo P. Os potenciais ao longo do trecho TC terão aspéctos da figura abaixo:

As resistências aparentes R=V/I ao longo do trecho TC terão a mesma configuração. A resistência do sistema de aterramento em teste é o valor em ohms do trecho da curva que tem valores constantes, constituindo um patamar.

Para se obter o valor real da resistência é precciso se instalar o eletrodo de pontencial P fora das áreas de influência do sistema em teste (trecho A da curva) e do eletrodo de corrente (trecho B).

X = 0,681 x d

A distância “d” foi a maior possível para que a patamar tenha sido formado com clareza.

» Segurança:

» Projeto Técnico e Executivo do SPDA;

Algumas preocupações foram tomadas para a execução das medições da resistência de aterramento sem se expor aos riscos de acidentes:

» Seguir atentamente as instruções técnicas, quando se tratar de instalações existentes e em funcionamento, com o intuito de se evitar os riscos decorrentes da passagem de qualquer corrente para a terra oriunda de possível surtos, vazamentos e desequilíbrio de neutro durante a medição;

» Uso de luvas de borracha classe I, e equipamentos de proteção normais;

» Manter os equipamentos elétricos existentes, isolados de corpos metálicos que poderão estar ligados ao sistema de aterramento;

» As medições não foram feitas durante ou logo após a ocorrência de chuva e ou trovoadas, nem em solos alagados ou encharcados.

» Laudo de Vistoria de Engenharia em Estádios de Futebol – Anexo II

» Introdução e legalidade:

» Com o Decreto Federal nº 6.795, de 16 de março de 2009, que regulamenta o art. 23 do Estatuto do Torcedor, Lei nº 10.671, de 15 de março de 2005, o Sistema CONFEA/CREA, elaborou o presente rito, padronizado para a vistoria de engenharia nos Estádios de Futebol, a ser realizada pelos profissionais registrados nos CREAs, com o objetivo de proporcionar aos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos parâmetros mínimos para elaboração dos Laudos de Vistoria de Engenharia nessas edificações de uso público, a fim de atender às condições técnicas exigidas de segurança, conforto, acessibilidade e qualidade.

» As Diretrizes Básicas para Elaboração de Laudo de Vistoria de Engenharia substituem integralmente as Diretrizes Básicas para Elaboração de Relatórios de Inspeção Predial em Estádios de Futebol, datada de fevereiro de 2009, a fim de atender o disposto no referido Decreto Federal nº 6.795, de 16 de março de 2009.

» As Diretrizes Básicas apresentadas baseiam-se nos conceitos, definições, procedimentos e metodologia da Norma de Inspeção Predial do Ibape/SP –Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo, ABNT NBR 5674 – Manutenção de Edificações: Procedimentos e ABNT NBR 13752 – Perícias de engenharia na construção civil.

» A denominada vistoria de engenharia, conforme dispõe o Art 2º, § 1º, item II do referido Decreto Federal, é caracterizada pela inspeção predial que contempla um diagnóstico geral sobre o estádio, com a identificação de falhas e anomalias dos sistemas construtivos listados neste documento, classificações quanto à criticidade dessas deficiências e à urgência de reparos, recuperações, reformas, medidas de manutenção preventivas e corretivas, dentre outras orientações técnicas saneadoras.

» Esta iniciativa visa contribuir para o estabelecimento de um padrão mínimo no processo de melhoria dos estádios do País, com a prevenção de acidentes - inclusive fatais - provocados pela falta de manutenção preventiva e corretiva, bem como de investimentos patrimoniais que assegurem conforto, logística, segurança, funcionalidade e a qualidade dos serviços prestados aos usuários.

» Qualificação das equipes de vistoria ou inspeção:

» A realização das vistorias de engenharia ou inspeções prediais é de responsabilidade e da exclusiva competência dos profissionais, Engenheiros e Arquitetos, legalmente habilitados pelos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREAs, de acordo com a Lei Federal nº 5.194, de 21 de dezembro de 1966, e resoluções do CONFEA.

» Recomenda-se equipe multidisciplinar mínima, formada por Engenheiro Civil ou Arquiteto e Engenheiro Eletricista, com formação profissional plena e comprovada mediante a apresentação de Acervo Técnico registrado pelo Sistema CONFEA/CREA e curso específico para elaboração e Vistoria de Engenharia em Estádios de Futebol.

» Toda “não conformidade” encontrada é classificada entre anomalias e falhas, podendo variar entre:

» Anomalia Endógena: Originária da própria edificação (vícios de projeto, materiais e execução);

» Anomalia Exógena: Originária de fatores externos a edificação, provocados por terceiros;

» Anomalia Natural: Originária de fenômenos da natureza (previsíveis e imprevisíveis);

» Anomalia Funcional: Originária do uso (degradação);

» Falha de Planejamento: Decorrentes de falhas de procedimentos e especificações inadequadas do plano de manutenção, sem aderência a questões técnicas, de uso, de operação, de exposição ambiental e, principalmente, de confiabilidade e disponibilidade

» Falha de Execução: Associada à manutenção proveniente de falhas causadas pela execução inadequada de procedimentos e atividades do plano de manutenção, incluindo o uso inadequado dos materiais;

» Falha Operacional: Relativas aos procedimentos inadequados de registros, controles, rondas e demais atividades pertinentes;

» Falha Gerencial: Decorrentes da falha de controle de qualidade dos serviços de manutenção, bem como da falha de acompanhamento de custos da mesma.

» Elementos e Sistemas Construtivos Inspecionados:

» Sistema estrutural;

» Sistema de impermeabilização;

» Sistema de vedação e revestimentos;

» Sistema de esquadrias;

» Sistema de coberturas;

» Sistema de instalações hidrossanitárias prediais;

» Sistema de instalações elétricas prediais;

» Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas (SPDA);

» Sistema de combate a incêndio;

» Equipamentos e máquinas em geral;

» Acessibilidade.

» Toda não conformidade passa pelo seguinte crivo de controle:

» Item da norma da não conformidade em questão;

» Registro fotográfico da não conformidade;

» Classificação de Anomalia e Falha;

» Criticidade: Crítico, Regular ou Mínimo;

» Recomendações Técnicas;

» Prazo para regularização.

» Elaboração de Sinopse do Laudo de Vistoria de Engenharia

» Laudo de Vistoria de Engenharia das instalações elétricas e SPDA

» Vistoria “in locu”, verificando elementos das instalações como: proteção contra choques elétricos; proteção contra efeitos térmicos; proteção contra riscos de incêndio e explosões; comportamento ao fogo; instalação das linhas elétricas; dispositivos de proteção; dispositivos de seccionamento e comando; identificação dos componentes; conexões entre condutores e equipamentos; acessibilidade aos componentes e linhas; plano de ação de emergência; SPDA: subsistema captor, descida, aterramento e equipotencialização;

» Laudo Técnico seguindo as recomendações do IBAPE – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias, apontando: não conformidades; item da norma relacionada; anomalia; falha; criticidade; ações recomendadas; prazo para regularização;

» A vistoria pode apresentar níveis I, II ou III, inspeção visual, inspeção visual com auxílio de equipamentos e inspeção com ensaios, respectivamente;

» Atendimento ao item 10.2.4.b e 10.2.4.g da NR-10;

» LTCAT – Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho

» O Laudo Técnico de Condições Ambientais de Trabalho, LTCAT, é um documento técnico, de caráter pericial, que registra as condições ambientais do trabalho. É um documento que avalia os diversos cargos e funções de trabalho em uma empresa, quanto à exposição de agentes nocivos à saúde e à segurança dos trabalhadores, dentro do estabelecido pela legislação, agentes físicos, químicos e biológicos;

» A elaboração de um novo laudo só necessita ser feita se introduzidas modificações no ambiente de trabalho, ou novos cargos ou funções.

» O LTCAT só poderá ser elaborado por profissional legalmente habilitado e registrado junto ao CREA, especificamente o Eng. de Segurança do Trabalho;

» Legislação: o parágrafo 3º do Art. 58 da Lei 8213/91 com o texto dado pela Lei 9528/97.